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CW Agência: demanda que vira venda. Online para todo o Brasil, desde 1985. Conversar com a CW. (abre em nova aba)

Agência para e-commerce

Cuidamos do caminho inteiro de uma loja virtual: loja rápida e clara, páginas de produto e categoria que aparecem no Google, anúncios no Google Shopping e na Meta e ajustes de conversão no carrinho e no checkout. Medimos até o pedido pago, não até a visita.

Para quem é este trabalho?

Loja com visita e sem venda, dependência de marketplace, anúncio que vende com prejuízo e páginas de produto sem texto, sem frete claro e sem resposta para as dúvidas de quem compra.

Faz sentido se:

  • Lojas próprias que querem vender mais no próprio site.
  • Marcas que vendem em marketplace e querem um canal próprio.
  • Quem anuncia e não sabe quanto cada pedido custou.
  • Lojas com muitos produtos e categorias sem tráfego do Google.

O que entregamos e o que fica de fora?

Entra no trabalho

  • Loja que vende: categorias claras, página de produto com fotos, descrição, dúvidas, frete e prazo, e WhatsApp à mão.
  • SEO de produto e categoria: títulos, descrições, textos de categoria e dados estruturados de produto, sem avaliação inventada.
  • Google Shopping: feed no Merchant Center e campanhas de compras.
  • Meta com catálogo: anúncios dinâmicos no Instagram e no Facebook.
  • Conversão: velocidade, checkout, recuperação de carrinho e sinais de confiança.
  • Medição de e-commerce: GA4 com valor do pedido, conversões do Google Ads e Pixel/API da Meta.

Fica de fora

  • Operação da loja: estoque, atendimento e entrega.
  • Mensalidade e taxas da plataforma de e-commerce.
  • Fotos de produto: podem entrar na proposta.
  • Integração com ERP e sistemas sob medida: quem constrói é a CW Labs.

Como funciona, etapa por etapa?

  1. 01

    Diagnóstico da loja e da margem

    Onde a loja perde venda e quanto cada pedido pode custar em anúncio.

  2. 02

    Medição de compra

    Pedido pago registrado com valor no Analytics, no Google Ads e na Meta.

  3. 03

    Correções de conversão

    Velocidade, página de produto, frete, carrinho e checkout.

  4. 04

    Feed e catálogo

    Merchant Center e catálogo da Meta com títulos e dados certos.

  5. 05

    Campanhas

    Google Shopping, pesquisa e Meta, começando pelo que tem margem.

  6. 06

    SEO de categorias e produtos

    Páginas que respondem à busca de quem quer comprar.

O que muda o prazo

  • A plataforma da loja e o acesso a ela.
  • O número de produtos e a qualidade do cadastro.
  • A aprovação do Merchant Center.
  • Se fotos e descrições já existem.
  • A verba de anúncios e a margem de cada produto.

Quando não vale a pena?

Preferimos dizer antes. Nestes casos, outro caminho rende mais:

  • A margem não paga o anúncio. Primeiro revisamos preço, frete e mix de produtos.
  • O estoque é instável e falta produto com frequência.
  • A loja ainda não consegue entregar bem: anúncio só acelera a reclamação.
  • O produto só vende pelo menor preço do marketplace.

Case de marketing para e-commerce: Tebori Ribeirão

Perguntas frequentes

Como vender mais em uma loja virtual?

Vendas de e-commerce dependem de oferta, estoque, preço, frete, confiança e facilidade de compra. Marketing pode ajudar a trazer visitas qualificadas e esclarecer dúvidas nas páginas de produto e categoria. Antes de aumentar campanhas, é importante verificar se a loja consegue atender os pedidos sem criar problemas para o cliente.

Como fazer SEO para e-commerce?

SEO para e-commerce começa com categorias fáceis de entender e páginas de produto que respondem às buscas sobre características, uso e entrega. Títulos, descrições, links internos e dados de produto precisam refletir o que a loja realmente oferece. A quantidade de páginas e as limitações da plataforma orientam a priorização.

Google Shopping vale a pena para uma loja pequena?

Google Shopping pode ajudar a apresentar produtos a pessoas que já pesquisam por eles, mas não é adequado automaticamente a toda loja. É preciso conferir catálogo, estoque, margem, frete, políticas e qualidade dos dados. O Merchant Center e as campanhas podem ser avaliados no diagnóstico, sem promessa de venda.

Quais métricas acompanhar em um e-commerce?

Uma loja virtual pode acompanhar pedidos concluídos, valor dos pedidos, cancelamentos, custos de mídia e comportamento no checkout, desde que os registros estejam configurados corretamente. Visitas e cliques ajudam a entender a jornada, mas não substituem vendas confirmadas. A seleção de métricas depende dos dados disponíveis e das decisões que a empresa precisa tomar.

É melhor vender no site próprio ou em marketplace?

A escolha entre loja própria e marketplace depende do público, dos custos, da operação e do controle desejado sobre a experiência. Marketplace pode oferecer tráfego e estrutura, enquanto o site próprio dá mais controle sobre catálogo e relacionamento. Muitas empresas combinam canais, desde que estoque e preço sejam administrados com clareza.

Como a CW planeja marketing para uma loja virtual?

A CW começa entendendo a plataforma, os produtos, o cadastro, o estoque, a margem e o caminho até o pagamento. Essa análise ajuda a priorizar ajustes de conversão, SEO e mídia. Depois, a proposta organiza o trabalho, as dependências e as responsabilidades antes de iniciar as mudanças ou campanhas.

A CW trabalha com lojas Nuvemshop?

A adequação depende do que a loja precisa alterar e dos acessos e recursos disponíveis na plataforma. O projeto da Tebori Ribeirão é um exemplo público de trabalho em uma loja Nuvemshop. No diagnóstico, a CW verifica catálogo, configuração, SEO e medição para definir um escopo possível para cada operação.

Qual é o case de e-commerce da CW Agência?

O case da Tebori Ribeirão descreve trabalho em SEO, configurações da loja, layout, estratégia de mídia e edição de vídeo para um e-commerce de produtos profissionais de beleza. A página de cases apresenta esse escopo e links públicos da loja e do Instagram, sem divulgar números de vendas ou investimento.

Vamos conversar?

Conte onde a sua empresa está e aonde quer chegar. A primeira conversa serve para entender o negócio, não para empurrar pacote.